Archive for the ‘Uncategorized’ Category

CF/2020

sexta-feira, setembro 27th, 2019

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CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2020

FRATERNIDADE E VIDA: DOM E COMPROMISSO

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CARTAZ DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE DE 2020 É INSPIRADO em Irmã DULCE

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“FRATERNIDADE E VIDA” é o mote central do TEXTO BASE da CF 2020 lançado pela CNBB - 16/10/2019

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VEJA A VIDA DA Ir DULCE – VERBO FILMES

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BIOGRAFIA DA SANTA DULCE DOS POBRES

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** NAS VEREDAS DE UMA CUIDADORA

O Padre Antonio Carlos Frizzo, assessor estadual da Campanha da Fraternidade, escreveu uma breve reflexão em torno do tema “Fraternidade e vida: dom e compromisso’, que remete à figura de Irmã Dulce, canonizada no mês de outubro.

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LAUDATO SI’

sexta-feira, setembro 27th, 2019

 

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LEIA A ENCÍCLICA DO PARA FRANCISCO : LAUDATO SI’

Baixe a encíclica em PDF – LAUDATO SI’-PAPA FRANCISCO

CONHEÇA A ENCÍCLICA DO PAPA FRANCISCO LAUDATO SI’ (Louvado seja) através de 7 Vídeos preparados e gravados pelo VERBO FILMES

1. LAUDATO SI’ – INTRODUÇÃO, ESTRUTURA E MÉTODO

2. LAUDATO SI’ – O QUE ESTA ACONTECENDO EM NOSSA CASA

3. LAUDATO SI’ – O EVANGELHO DA CRIAÇÃO

4. LAUDATO SI’ – A RAIZ HUMANA DA CRISE ECOLÓGICA

5. LAUDATO SI’ – UMA ECOLOGIA INTEGRAL

6. LAUDATO SI’ – ALGUMAS LINHAS DE ORIENTAÇÃO E AÇÃO

7. LAUDATO SI’ – EDUCAÇÃO E ESPIRITUALIDADE ECOLOGICA

VEJA MAIS SUBSÍDIOS SOBRE O SÍNODO DA AMAZÔNIA

SÍNODO DA AMAZÔNIA

terça-feira, setembro 24th, 2019

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SÍNODO PAN-AMAZÔNICO – SITE OFICIAL

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PRESIDÊNCIA DA REPAM LANÇA MENSAGEM FINAL SOBRE O SÍNODO

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RESUMO DO DOCUMENTO FINAL DO SÍNODO DA AMAZÔNIA

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DOCUMENTO FINAL DO SÍNODO DA AMAZÔNIA  em PDF

 

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ÍNTEGRA DA HOMILIA DO PAPA NA MISSA DE ENCERRAMENTO DO SÍNODO PARA PAN-AMAZÔNIA

 

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OS FRUTOS DO SÍNODO PARA A AMAZÔNIA

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UM BALANÇO GERAL DO SÍNODO - Uma avaliação da assembleia especial para a Amazônia: um processo sinodal que continua - Entrevista especial com Dom Cláudio Hummes - Cardeal relator-geral do Sínodo

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Dom Alberto Taveira: LIÇÕES DO SÍNODO DOS BISPOS

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NO SÍNODO DA AMAZÔNIA, UM FUTURO POSSÍVEL AO PLANETA – ROBERTO MALVEZZI

 

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Dom Grech: SÍNODO, CADA VEZ MAIS UM CANAL PARA A EVANGELIZAÇÃO DO MUNDO

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ASSISTA AS COLETIVAS DE IMPRENSA DO SÍNODO PARA A AMAZÔNIA  

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PACTO DAS CATACUMBAS PELA CASA COMUM em PDF

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QUAL A IMPORTÂNCIA DO SÍNODO PARA A AMAZÔNIA?

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POR UM MUNDO MAIS HUMANO

CANTO DE ENTRADA

Tom: F

	            F        F     Bb           F
1	EU QUERO O VERDE ENTOANDO SALMOS MIL A VIDA.
	            Dm           G7             C7
E A FLOR ABRINDO PARA O CÉU, PEQUENO ALTAR.
	          F             F7         Bb     G7
PRIMEIRA BÊNÇÃO DADA A TERRA RESSEQUIDA
	           F               C7          F
O VERDE É NOSSO E O VAMOS TODOS PRESERVAR.

      	      F
R	PERDÃO, SENHOR : E IDOLATRIA AMAR A MORTE !
 	         Dm                            Bb
E	NOSSO EGOÍSMO MANCHA O CÉU, A TERRA O MAR.
	           Gm              C7            F
F	O AZUL, O VERDE, AS ONDAS VÃO TER OUTRA SORTE,
	       Dm        G            C7     F          F7
R	SE O NOSSO CORAÇÃO SE CONVERTER E AMAR.  .
	           Gm              C7            F
Ã	O AZUL, O VERDE, AS ONDAS VÃO TER OUTRA SORTE,
	      Dm        G            C7     F
O	SE O NOSSO CORAÇÃO SE CONVERTER E AMAR.  .

	           F           F       Bb   F
2	EU QUERO A ÁGUA SEM VENENO OU DETERGENTE,
	           Dm         G7             C7
REZANDO HUMILDE PELA PEDRA QUE O TORTURA.
	         F             F7          Bb      G7
E QUE CELEBRA A SANTA MISSA COM A GENTE:
	            F            C7           F
E A MÃE DA VIDA ! PRESERVEMOS A ÁGUA PURA !

	            F        F     Bb      F
3	EU QUERO O MAR ELABORANDO NÚVENS CLARAS,
	            Dm           G7              C7
QUE VÃO AO CÉU BUSCAR A BÊNÇÃO QUE DEUS TEM
	     F     F7             Bb          G7
E A TERRA VOLTAM PRA IRRIGAR NOSSAS SEARAS:
	         F              C7           F
O MAR É NOSSO ! VAMOS PRESERVA-LO E BEM !

	            F            F     Bb      F
4	EU QUERO O CÉU SEM ESSE FUMO TRISTE, IMUNDO.
	            Dm           G7          C7
NÃO QUERO FRUTOS QUE A CIÊNCIA CONTAMINA.
	             F             F7       Bb     G7
NÃO POSSO OUVIR DEUS ME DIZER : "DOMINA O MUNDO !"
	            F              C7          F
QUANDO O CIMENTO ESMAGA A VIDA E ME DOMINA.

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UMA TERRA SEM MALES – CF/2002

Campanha da Fraternidade

Abertura (2002)
Campanha da Fraternidade

1.Como todos os índios. sonhamos
Uma terra sem males, Senhor.
Convertei-nos de todo o pecado,
Do egoísmo que fere o amor!

Refrão
Povos todos, de todas as raças,
Vamos juntos louvar o Senhor,
Que nos dá no amor sua graça:
É de todos o Deus-Salvador!

2.Uma terra sem males queremos:
Mesa farta, partilha do pão,
Terra, casa trabalho, família,
Onde brota o calor da união.

3.Pela terra sem males lutamos:
Ver sorrisos, direitos iguais,
Na corrente infinita que almeja
Vida plena de amor e de paz!

4.Jesus Cristo Profeta de sempre
Nos dá força, coragem, valor!
Nos liberta de todos os males
Faz a todos irmãos no amor!

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QUANDO OS PÊS O CHÃO TOCAREM – UMA SÓ SERÁ A MESA -CF/2002

Uma só será a mesa Campanha da Fraternidade

1.Quando os pés o chão tocarem

Para a dança começar;

Quando as mãos se entrelaçarem

Vida nova há de brotar.

2.Toma, ó Pai, o amor perfeito

Pelo rio, a mata, a flor…

Que o índio traz no peito:

É louvor ao Criador!

Uma só será a mesa,

Terra-mãe será o altar.

O sustento, a natureza,

Em milagres, vai nos dar!

3.Eis aqui, Senhor, as dores

Deste Cristo-Povo-Irmão.

Sejam hinos seus clamores

Na defesa de seu chão.

4.Nova Terra nós sonhamos

Onde todos têm lugar.

Os direitos nós buscamos:

Vida, pão, respeito, lar…

5.Povos todos, terra inteira

Te pertencem, ó Senhor!

Que os males e as fronteiras

Dêem lugar ao Pleno Amor

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UM CRISTO AMAZÔNICO….É MULHER

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PARA ACOMPANHAR O SÍNODO DA AMAZÔNIA COM INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS

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SÍNODO: SERMOS DISCÍPULOS QUE ESCUTAM

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VEJA NESTE PORTAL DAS CEBs MATERIAL SOBRE O SÍNODO DA AMAZÔNIA

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HINO DO SÍNODO PANAMAZÔNICO

*Hino do Sínodo da Amazônia*

(Composição: Antônio Carlos)

Na vazante do Rio Todos se põem ao plantio Pois, quando as águas subirem Eis o maior desafio que é viver.

A colheita há de ser Antes das águas revoltas Pois, quando a vazante inundar Sei onde vou aportar o meu barco.

*Ribeirinhos guardiões* *Da nossa casa comum* *“Laudato si”* *É Francisco chamando um à um.*

10 mil anos de história Pan-Amazônia ancestral Pão de uma eucaristia Cosmo da “Ecologia integral”.

Nem uma folha se cai Sem a vontade do PAI Pois na vazante da vida CRISTO é semente de LUTA e de PAZ.

*Ribeirinhos guardiões* *Da nossa casa comum* *“Laudato si”* *É Francisco chamando um à um.*

Igreja samaritana Contra-cultura da grana Tantas feridas abertas No seio da floresta e a ganância.

Irmão sol, irmão lua Irmão de todos os povos É Deus Tupã que reclama Deus que nunca abandona a sua OBRA.

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SITE DA REDE ECLESIAL PAN-AMERICANA – REPAM

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SÍNODO: O QUE É IMPORTANTE SABER

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Documento-Preparatório-versão-popular - em PDF

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** O SÍNODO PAN-AMAZONICO EXPLICADO para as criancas em PDF

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INSTRUMENTUM LABORIS

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** Conheça nossa Playlist *”Sínodo da Amazônia”* ✅ -COMBONIANOS

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HINO EM HOMENAGEM AO SÍNODO PAN-AMERICÂNO

 TUDO

Tudo está interligado

Letra, música e instrum: Cireneu Kuhn, svd vozes: Miriam Mirah e Sérgio Turcão

TUDO ESTÁ INTERLIGADO COMO SE FÔSSEMOS UM TUDO ESTÁ INTERLIGADO NESTA CASA COMUM.

O cuidado com as flores do jardim, com as matas, os rios e mananciais O cuidado com o ar e os biomas com a terra e com os animais.

O cuidado com o ser em gestação co´as crianças um amor especial O cuidado com doentes e idosos pelos pobres, opção preferencial

A luta pelo pão de cada dia, por trabalho, saúde e educação A luta pra livrar-se do egoísmo e a luta contra toda corrupção.

O esforço contra o mal do consumismo a busca da verdade e do bem Valer-se do tempo de descanso, da beleza deste mundo e do além

O diálogo na escola e na família entre povos, culturas, religiões Os saberes da ciência, da política, da fé, da economia em comunhão

O cuidado pelo eu e pelo tu pela nossa ecologia integral O cultivo do amor de São Francisco feito solidariedade universal.

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SÍNODO DA AMAZÔNIA – SAIBA O PORQUE – NO SITE DE Pe TELMO

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A IGREJA TEM CONSCIÊNCIA- Cardeal HUMMES

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CINCO PONTOS PARA ENTENDER O SÍNODO DA AMAZÔNIA E PORQUE ELE É IMPORTANTE

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SETE CHAVES TEOLOGICAS PARA O SÍNODO DA AMAZÔNIA

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O QUE É E QUEM PARTICIPA DO SÍNODO DA AMAZÔNIA

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VEJA A LISTA COMPLETA PUBLICADA PELO VATICANO

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A CNBB COMUNICA QUE A VERBO FILMES DIVULGOU O DOCUMENTÁRIO SOBRE O PROCESSO DO SÍNODO PARA A AMAZÔNIA

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COMO ESTÁ SENDO PREPARADO O SÍNODO

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ELEGIA PARA AMAZONIA – Pe ZEZINHO

 Águas que o Senhor criou

E pôs aqui no meu planeta Chuva e neblina, mares e rios Águas imensas louvai o Senhor Verde que o Senhor criou Depois de ter criado as águas Grandes florestas, vida aos borbotões Do vosso jeito louvai o Senhor Salve a floresta, salve-se o futuro Salve qualquer água Salve a vida e quem dela depende Ou dependerá Amazônia, Amazônia É proibido queimar Amazônia, amazônia É proibido matar

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EXISTE UMA LUTA POLÍTICA NA IGREJA

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SAIR DA SACRISTIA

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Em Prol da Vida

Padre Zezinho

Diante de ti ponho a vida e ponho a morte Mas tens que saber escolher Se escolhes matar, também morrerás Se deixas viver, também viverás Então viva e deixa viver

Não mais estes rios poluídos Não mais este lixo nuclear Não mais o veneno que se joga Nos campos, nos rios e no mar

Não mais estas mortes sem sentido! Não poluirás e não matarás! A terra é pequena e limitada Se a terra morrer, também morrerás! Também morrerás!

Diante de ti

Não mais a tortura, nem a guerra Não mais violência, nem rancor Não mais o veneno que se joga Na mente do povo sofredor

Não mais este medo sem sentido! Não destruirás nem oprimirás! A vida é pequena e entrelaçada Se o homem morrer, também morrerás! Também morrerás!

Diante de ti

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PAPA IRÁ CONSAGRAR SÍNODO A SÃO FRANCISCO DE ASSIS

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DOM EVARISTO PASCOAL SPENGLER

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40 DIAS PELO RIO

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VEJA MAIS SUBSÍDIOS SOBRE A ENCÍCLICA DO PAPA FRANCISCO LAUDATO SI’

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PRESERVAR A AMAZÔNIA É DEFENDER A VIDA NO PLANETA - Dom Pedro Luiz Stringhini

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O SÍNODO DA AMAZÔNIA E SUAS FINALIDADES

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ATEUS, REZEM PELO SÍNODO PARA AMAZÔNIA

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SÍNODO DA AMAZÔNIA – DOM ANUAR BATTISTI, ARCEBISPO DE MARINGA

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LER MAIS

 

ENCARNAÇÃO

terça-feira, setembro 24th, 2019

DINHEIRO

domingo, setembro 22nd, 2019

DINHEIRO – MAMMONA

No Primeira Carta de João:

1Jo 2,16 Pois tudo o que há no mundo – os apetites baixos, os olhos insaciáveis, a arrogância do dinheiro – são coisas que não vêm do Pai, mas do mundo.

 

«Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Lucas 16,13).

A palavra grega que o evangelista emprega como correspondente a dinheiro (μαμωνα – mamona) era também o título de uma divindade cananéia, a quem se atribuíam a prosperidade e o enriquecimento, o que justifica a denúncia de Jesus e do evangelista de que o dinheiro é fonte de idolatria

 

 

 

 

1. O uso cristão da riqueza preenche quase por completo o Capítulo 16 do Evangelho de Lucas. Digo «quase», porque temos de excluir apenas uma breve palavra sobre a lei (Lucas 16,16-17) e outra, brevíssima, sobre o divórcio (Lucas 16,18). Dividindo o Capítulo em duas grandes partes, ficamos então com duas belas parábolas de Jesus: a primeira (Lucas 16,1-13), conhecida como «O administrador desonesto», será proclamada neste Domingo XXV do Tempo Comum, e a segunda (Lucas 16,19-31), conhecida como parábola do «Rico avarento e do pobre Lázaro», será proclamada no Domingo seguinte, XXVI do Tempo Comum.

7. A parábola do administrador desonesto contada por Jesus permite ainda uma correta compreensão sobre a função do dinheiro. O dinheiro é para servir o homem, mas torna-se muitas vezes o seu dono, diante do qual nós nos prostramos, segurança enganadora, falso sucedâneo de Deus, ídolo, a que o Evangelho chama MAMONA (mamônã) (Lucas 16,13; cf. Mateus 6,24). De notar que o termo grego mamônãs [= dinheiro, riqueza] deriva, através do aramaico mamôn, da raiz hebraica ’mn, que serve também para dizer a fé e a confiança em Deus. É como quem diz que podemos equivocar-nos radicalmente, deixando de pôr a nossa fé e confiança no Deus vivo, para nos agarrarmos aos ídolos mortos e vazios, uma espécie de «espantalhos num campo de pepinos!» (Jeremias 10,5). No nosso caso e nesta sociedade moderna, pode tratar-se de belos edifícios plantados no meio das cidades. É aí que estão os bancos! O historiador das religiões, David Flüsser, atravessava um dia a cidade de Atenas enquanto reflectia sobre a fé, grego pístis, no Novo Testamento. E quando levantou os olhos, deparou-se com grandes letras no frontal de um edifício. Leu: trápeza tês písteôs, à letra, banco de fé, em termos modernos, banco de crédito! Veja-se, hoje, com olhar lúcido, o logro ou o lodaçal das nossas arquitetadas seguranças!

 8. Daí a muito bíblica e oriental advertência de Jesus: «Ninguém pode servir a dois senhores», donde: «Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Lucas 16,13). De notar que o Livro de Ben-Sirá já advertia com sabedoria: «Muitos pecam por amor ao dinheiro. Aquele que procura enriquecer faz todas as falcatruas». E ainda: «Como se introduz um pau entre as junturas das pedras, assim se intromete o pecado entre a venda e a compra» (Ben-Sirá 27,1-3).

(António Couto)

Dinheiro como moeda (de bronze)

Mc 6,8 Recomendou que não levassem nada pelo caminho, além de um bastão; nem pão, nem sacola, nem dinheiro (calko,n) na cintura.

Mc 12,41 Estava sentado diante do Tesouro e olhava o POVO-MULTIDÃO que depositava dinheiro (calko.n) no Tesouro. Muitos ricos depositavam muito. 42 Então, chegou uma viúva pobre, e depositou duas pequenas moedas, que valiam uns poucos centavos.

Mt 10,9 Não levem nos cintos ouro, nem prata nem moedas de cobre;  (calko.n)

Dinheiro como moedas  (de prata)

Mc 14,10 Judas Iscariotes, um dos doze, foi ter com os CHEFES DOS SACERDOTES  para entregá-lo. 11 Eles ficaram muito contentes quando ouviram isso, e prometeram dar-lhe dinheiro  (avrgu,rion). (=moedas de prata) Então Judas começou a procurar o tempo (kairos) oportuno para entregá-lo.

Mt 25,18 Mas, aquele que havia recebido um só, saiu, cavou um buraco na terra, e escondeu as moedas de prata (avrgu,rion) do seu patrão.

Mt 25,27 Então você devia ter depositado minhas moedas de prata (avrgu,ria) no banco, para que, na volta, eu recebesse com juros o que me pertence’.

Mt 26,14 Então um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi aos chefes dos sacerdotes, 15 e disse: «O que é que vocês me darão para eu entregar Jesus a vocês?» Combinaram, então, trinta moedas de prata (avrgu,ria).

Mt 27,3 Então Judas, o traidor, ao ver que Jesus fora condenado, sentiu remorso, e foi devolver as trinta moedas de prata (avrgu,ria) aos chefes dos sacerdotes e anciãos, 4 dizendo: «Pequei, entregando à morte sangue inocente.» Eles responderam: «E o que temos nós com isso? O problema é seu.» 5 Judas jogou as moedas de prata (avrgu,ria) no santuário, retirou-se, e foi enforcar-se. 6 Recolhendo as moedas de prata (avrgu,ria), os chefes dos sacerdotes disseram: «É contra a Lei colocá-las no tesouro do Templo, porque é preço de sangue.» 7 Então discutiram em conselho, e as deram em troca pelo Campo do Oleiro, para aí fazer o cemitério dos estrangeiros. 8 É por isso que esse campo até hoje é chamado de «Campo de Sangue.» 9 Assim se cumpriu o que tinha dito o profeta Jeremias: «Eles pegaram as trinta moedas de prata (avrgu,ria- preço com que os israelitas o avaliaram – 10 e as deram em troca pelo Campo do Oleiro, conforme o Senhor me ordenou.»

Mt 28,11 Quando as mulheres partiram, alguns guardas do túmulo foram à cidade, e comunicaram aos chefes dos sacerdotes tudo o que havia acontecido. 12 Os chefes dos sacerdotes se reuniram com os anciãos, e deram uma grande soma de moedas de prata (avrgu,ria) aos soldados, 13 dizendo-lhes: «Digam que os discípulos dele foram durante a noite, e roubaram o corpo, enquanto vocês dormiam. 14 Se o governador ficar sabendo disso,  nós o convenceremos, e vocês  não precisam ficar preocupados.» 15 Os soldados pegaram as moedas de prata, (avrgu,ria) e agiram de acordo com as instruções recebidas.  E assim, tal boato espalhou-se entre os judeus,  até o dia de hoje.

Lc 9,2 E os enviou a pregar o Reino de Deus e a curar. 3. E disse-lhes: “Não levem nada para o caminho nem bastão, nem sacola, nem pão, nem dinheiro, (avrgu,rion) (moedas de prata) nem duas túnicas.

Lc 19,15 Mas, o homem foi coroado rei, e voltou. Mandou chamar os empregados, aos quais havia dado o dinheiro,(avrgu,rion) (moeda de prata) a fim de saber quanto haviam lucrado.

Lc 19,23 Então, por que você não depositou meu dinheiro (avrgu,rio,n) no banco? (moedas de prata) Ao chegar, eu o retiraria com juros’.

Lc 22,3 Satanás  entrou em Judas, chamado Iscariotes, que era um dos Doze. 4 Então ele saiu, e foi tratar com os chefes dos sacerdotes e com os oficiais da guarda do Templo, sobre a maneira de entregar Jesus. 5 Eles ficaram alegres, e combinaram dar-lhe dinheiro. (avrgu,rion(moedas de prata) 6 Judas concordou, e começou a procurar uma boa oportunidade para entregar Jesus, sem que o povo ficasse sabendo.

 

Mt 6,24 “Ninguém pode servir a dois senhores. Porque, ou odiará a um e amará (ágape) o outro, ou será fiel a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro (mamwna).”

Lc 16,9 E eu lhes declaro: Usem o dinheiro (mamwna) injusto para fazer amigos, e assim, quando lhes faltar, os amigos receberão vocês nas moradas eternas. 10 Quem é fiel nas pequenas coisas, também é fiel nas grandes; e quem é injusto nas pequenas, também é injusto nas grandes. 11 Por isso, se vocês não são fiéis no uso do dinheiro (mamwna) injusto, quem lhes confiará o verdadeiro bem? 12 E se não são fiéis no que é dos outros, quem lhes dará aquilo que é de vocês? 13 Nenhum empregado pode servir a dois senhores, porque, ou odiará um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro. (mamwna)”

 

 

 

REFLEXÃO PARA O XXV DOMINGO DO TEMPO COMUM – LUCAS 16,1-13 (ANO C)

 A liturgia deste vigésimo quinto domingo do tempo comum propõe, para o evangelho, um dos ensinamentos mais surpreendentes de Jesus – Lucas 16,1-13. Se trata da chamada “parábola do administrador desonesto ou infiel” (vv. 1-8), seguida de algumas sentenças de caráter sapiencial (vv. 9-13) que visam tornar mais explícito o conteúdo da parábola. Esse texto, sobretudo a parábola, é considerada uma das páginas mais difíceis e desconcertantes de todo o Evangelho segundo Lucas, pois, pelo menos aparentemente, Jesus apresenta um homem desonesto como modelo a ser imitado pelos seus discípulos e discípulas. Pelo caráter embaraçante da parábola, a maioria dos estudiosos acreditam que ela realmente saiu dos lábios de Jesus, pois dificilmente a comunidade iria lhe atribuir um texto tão contraditório sem ter certeza de sua origem.
É importante recordar que o texto faz parte do amplo conjunto do caminho catequético apresentado por Jesus em sua viagem para Jerusalém (Lc 9,51 – 19,27). No capítulo dezesseis, do qual é extraído o evangelho de hoje, o tema central é exatamente o uso dos bens materiais, ou seja, da riqueza. Esse tema é ilustrado por duas parábolas: a do “administrador desonesto ou infiel” (vv. 1-8) e aquela do “pobre Lázaro e o rico avarento” (vv. 19-31), que será lida no próximo domingo, intercaladas por algumas sentenças de efeito prático-exortativo em estilo proverbial, que funcionam como interpretação da primeira parábola, a de hoje, e preparação para a segunda. É importante também recordar que as duas parábolas são exclusivas de Lucas, o evangelista que mais combate a concentração de riquezas, propondo a partilha e a solidariedade.
Assim, tendo já identificado o contexto da parábola, a catequese sobre o uso dos bens materiais e riquezas, podemos, logo de início, identificar os destinatários da mesma: os discípulos, como vem afirmado logo no início: “Jesus dizia aos discípulos” (v. 1a). Quando o evangelho afirma que Jesus dirige um ensinamento diretamente aos seus discípulos, quer dizer que se trata de algo urgente e, portanto, inadiável; quando Ele insiste com um mesmo tema, significa que se trata de algo muito importante e, ao mesmo tempo, que os discípulos estão sendo lentos demais na compreensão, a ponto de ser necessário repetir diversas vezes e de diferentes maneiras. Tudo isso se verifica quando se trata do cuidado com o uso dos bens e das riquezas. Recordemos algumas ocasiões, ao longo do “caminho”, em que Jesus advertiu os discípulos sobre o uso dos bens materiais: na oração do Pai Nosso, ao recomendar peçam apenas o necessário para cada dia (cf. Lc 11,3), quando negou-se a interferir em questões relacionadas à divisão de herança, contando a parábola do “rico insensato” (cf. Lc 12,16-21), na apresentação das exigências para o seu seguimento, ao colocar a renúncia de todos os bens como condição para ser seu discípulo (cf. Lc 14,33). Como se vê, há uma insistência de Jesus ao apresentar o tema do uso das riquezas, e isso se deve à resistência dos discípulos, ou seja, faziam pouco caso com uma questão tão fundamental, a ponto de Jesus, por necessidade, tornar-se repetitivo.
Feitas as devidas considerações introdutórias, entramos diretamente no conteúdo da parábola, cujo enredo é sintetizado logo no primeiro versículo: “Um homem rico tinha um administrador que foi acusado de esbanjar os seus bens” (v. 1). Embora se trate de uma parábola, alguns estudiosos acreditam que Jesus conhecesse uma história real semelhante a essa. Como na época havia uma forte concentração de terras em poucas mãos, esse versículo inicial descreve uma situação muito comum. Geralmente, os proprietários possuíam grandes latifúndios e não tinham condições de administrarem sozinhos. Por isso, confiavam a administração a terceiros, dando como pagamento uma comissão nos rendimentos. O administrador (em grego: οικονόμος = oikônomos), cujo significado literal é “aquele que cuida dos bens da casa” ou “regente da casa”, tinha total liberdade no gerenciamento dos negócios; isso significa que era uma pessoa que gozava de plena confiança do patrão, o que levava muitas vezes a abusos e corrupção. Porém, é interessante que a parábola não diz como o administrador esbanjava os bens do seu patrão. Isso poderia acontecer de diversas maneiras, inclusive ajudando aos mais necessitados, o que na ótica da economia e da cultura do acúmulo, ao contrário da lógica Reino de Deus, seria um modo de esbanjar.
Diante da acusação de esbanjar os bens que não lhe pertenciam, o destino do administrador não poderia ser outro, senão a demissão ao ser chamado pelo patrão: “Ele o chamou e lhe disse: ‘Que é isto que ouço a teu respeito? Presta contas da tua administração, pois já não podes mais administrar meus bens’” (v. 2). Parece que o próprio administrador aceita ser tratado como desonesto, pois nem sequer pede perdão ou desculpas ao patrão. Chama a atenção o fato de que o patrão não apresenta nenhum dado concreto, mas julga o administrador apenas pelo que escuta a seu respeito, e logo decreta a demissão. É uma atitude arrogante, típica dos poderosos deste mundo.
Consciente da demissão, o administrador se preocupa apenas com o seu futuro. Isso o leva a uma profunda reflexão, expressa por um pequeno monólogo interior: “O administrador então começou a refletir: ‘o senhor vai me tirar a administração. Que vou fazer? Para cavar, não tenho forças; de mendigar, tenho vergonha. Ah, já sei o que fazer, para que alguém me receba em sua casa, quando eu for afastado da administração’” (vv. 3-4). O monólogo interior era um refinado recurso literário bastante utilizado na literatura antiga greco-romana e muito apreciado por Lucas, o único autor do Novo Testamento que o utiliza. A função deste recurso é, antes de tudo, revelar aspectos do caráter de um personagem; o que se revela do administrador é que se trata de um homem calculista e prudente, consciente de suas limitações e preocupado com o futuro. O medo do trabalho braçal e a vergonha de mendigar (v. 3) o levam a uma tomada de decisão firme e corajosa, própria de quem fez uma ampla reflexão.
Da reflexão veio a decisão, e da decisão a atitude: “Então ele chamou cada um dos que estavam devendo ao seu patrão. E perguntou ao primeiro: ‘Quanto deves ao meu patrão?’ Ele respondeu: ‘Cem barris de óleo!’ O administrador disse: ‘Pega a tua conta, senta-te, depressa, e escreve cinquenta!’ Depois ele perguntou a outro: ‘E tu, quanto deves?’ Ele respondeu: ‘Cem medidas de trigo’. O administrador disse: ‘Pega a tua conta e escreve oitenta’” (vv. 5-7). Temos aqui o coração da parábola. Ora, o sistema tributário da época era bastante abusivo, contrariando, inclusive, as leis do Antigo Testamento que proibiam a usura, ou seja, o empréstimo por juros (cf. Ex 22,19; 25,36-37; etc.). A reflexão do administrador partiu de um dilema: agradar ao patrão ou aos devedores? Pensando no futuro, preferiu a segunda opção e convidou os devedores a uma revisão nas contas.
Embora a parábola apresente apenas dois devedores, supõe-se que havia um número muito grande, devido às proporções e consequências do caso, a ponto de causar a sua demissão. Os dois casos descritos, um devedor de azeite e outro de trigo, ajudam a compreender que, mesmo tratando-se de quantias exorbitantes, se trata de produtos de subsistência e, embora de grande valor, eram necessidades primárias para a alimentação no dia-a-dia, o que vem a supor que os devedores eram pessoas pobres que se endividaram para garantir o pão cotidiano. A revisão nas contas prova que o administrador fez uma opção clara: escolheu o lado dos mais fracos, os endividados, tornando-se amigo deles (cf. v. 9). Muitos intérpretes, sem base alguma nas linhas e entrelinhas da parábola, dizem que o administrador com os supostos descontos de cinquenta por cento para um e vinte para o outro, estava apenas abrindo mão da sua desonesta comissão. Mas não há fundamentos claros nem na parábola e nem nos versículos explicativos que a seguem (vv. 9-13).
No final, até mesmo o patrão elogiou o administrador: “E o senhor elogiou o administrador desonesto, porque ele agiu com esperteza” (v. 8a). Na verdade, bem mais que esperteza, o termo que Lucas utiliza equivale a prudência (em grego: φρονίμως = fronímos). Daí, também a observação conclusiva de Jesus, na segunda parte do versículo: “Com efeito, os filhos deste mundo são mais espertos em seus negócios do que os filhos da luz” (v. 8b). A expressão “filhos da luz” designa aqui, obviamente, os membros da comunidade cristã; Jesus está denunciando que falta empenho e compromisso na edificação do Reino. Se os cristãos e cristãs se empenhassem na construção do Reino com o mesmo afinco com que os homens de negócios se empenham na obtenção de suas vantagens, o mundo seria diferente, com certeza. Não é um convite ao uso de práticas desonestas, obviamente, mas ao esforço contínuo para fazer o Reino de Deus acontecer.
As sentenças que seguem à parábola são de caráter sapiencial e visam elucidar e reforçar o seu sentido, como acenamos na introdução. Na primeira delas, chama a atenção a recomendação de Jesus: “E eu vos digo: usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois quando acabar, eles vos receberão nas moradas eternas” (v. 9). Para Jesus, o dinheiro é sempre injusto porque através dele as pessoas se apossam do que deve pertencer a todos, os bens da criação, gerando divisão entre pobres e ricos, o que não corresponde aos planos de Deus que criou o mundo para a igualdade e a fraternidade. A palavra grega que o evangelista emprega como correspondente a dinheiro (μαμωνα – mamona) era também o título de uma divindade cananéia, a quem se atribuíam a prosperidade e o enriquecimento, o que justifica a denúncia de Jesus e do evangelista de que o dinheiro é fonte de idolatria; porém, na impossibilidade de viver sem ele, que ao menos seja utilizado para coisas boas em favor do próximo. Assim, Jesus eleva a amizade à dignidade de mandamento na sua comunidade. É claro que Jesus não concebe a amizade como algo que possa ser comprado; apenas recomenda que tudo o que o ser humano disponha deve ser usado em prol de relações sinceras e amorosas com Deus e com o próximo. O administrador foi solidário com os endividados, usando o dinheiro injusto para fazer amigos, ou seja, preferiu bens que não passam, e a amizade é um destes bens eternos, ao aumento dos lucros do seu patrão.
A sequência das sentenças reforça a necessidade de uma característica imprescindível no discipulado, a fidelidade: “Quem é fiel nas pequenas coisas também é fiel nas grandes, e quem é injusto nas pequenas também é injusto nas grandes. Por isso, se vós não sois fiéis no uso do dinheiro injusto, quem vos confiará o verdadeiro bem? E se não sois fiéis no que é dos outros, quem vos dará aquilo que é vosso?” (vv. 10-12). Talvez essa seja a parte mais lógica e óbvia de todo o texto. A fidelidade nas coisas de pouco valor habilita o ser humano a ser fiel também em coisas maiores. Fidelidade a Deus significa, na visão de Jesus, estar do lado dos pobres e necessitados, opção feita pelo administrador da parábola quando preferiu amenizar a situação dos endividados ao invés de aumentar os lucros do patrão.
Para concluir, juntemos algumas peças na montagem do “quadro” pintado por Lucas: o administrador foi “acusado de esbanjar os bens do patrão” (v. 1b) e chamado de desonesto somente pelo próprio patrão (v. 8a). Esse dado é muito importante para compreendermos a diferença dos pontos de vista. A visão do patrão era meramente acumulativa, pensava somente em lucros e, à medida em que o administrador diminuísse seus lucros no repasse dos bens administrados, não poderia ser acusado de outra coisa senão de desonestidade. Mas, a lógica do patrão é contrária à lógica do Reino. O projeto do Reino de Deus é incompatível com a lógica do acúmulo e do mercado. Diante dessa incompatibilidade, o ser humano é obrigado a tomar uma decisão e optar por um ou outro, como fica claro no último versículo: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou odiará um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará o outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (v. 13). Por incrível que pareça, o administrador, aparentemente, desonesto, acaba sendo o exemplo de quem levou a sério esse ensinamento e escolheu um único senhor, diante das duas opções: ajudando seu patrão no acúmulo, estaria servindo ao dinheiro; como preferiu ajudar aos pobres endividados, escolheu servir a Deus.
Pe. Francisco Cornelio F. Rodrigues – Diocese de Mossoró-RN
E-mail: francornelio@gmail.com

TÃO POBRE, TÃO POBRE, TÃO POBRE…, QUE SÓ TINHA DINHEIRO!

Setembro 21, 2019

1. O uso cristão da riqueza preenche quase por completo o Capítulo 16 do Evangelho de Lucas. Digo «quase», porque temos de excluir apenas uma breve palavra sobre a lei (Lucas 16,16-17) e outra, brevíssima, sobre o divórcio (Lucas 16,18). Dividindo o Capítulo em duas grandes partes, ficamos então com duas belas parábolas de Jesus: a primeira (Lucas 16,1-13), conhecida como «O administrador desonesto», será proclamada neste Domingo XXV do Tempo Comum, e a segunda (Lucas 16,19-31), conhecida como parábola do «Rico avarento e do pobre Lázaro», será proclamada no Domingo seguinte, XXVI do Tempo Comum.

2. A parábola do Administrador desonesto, que escutaremos neste Domingo XXV, tem sempre desorientado quer os leitores e ouvintes que a leem ou ouvem com simplicidade e bom senso, quer os exegetas que pretendem captar os seus segredos e penetrar nos seus veios mais profundos. E o problema reside nisto: é possível que o Evangelho proponha como modelo a imitar um homem desonesto?

3. Os exegetas enveredam habitualmente, para atenuar o mal-estar sentido, pelos costumes em uso na Palestina, em que as terras eram muitas vezes propriedade de grandes senhores, em muitos casos estrangeiros, que deixavam no terreno administradores locais, a quem davam grande margem de manobra, desde que, no final do ano, entregassem ao senhor o que tinham acordado. Neste sentido, é facilmente compreensível que o administrador ou feitor, de acordo com os negócios feitos, podia também obter licitamente os seus lucros, e que tenha sido com a sua parte dos lucros que o administrador, em nada prejudicando o seu senhor, tenha levado a efeito aqueles descontos que vemos nesta parábola.

4. Explicação aparentemente fácil e sensata, mas que não pode ser levada em conta. É demasiado equilíbrio para tão pouca explicação! Em boa verdade, a parábola não chama a atenção para a desonestidade do administrador, nem para os meios a que recorreu para fazer amigos. Claramente, a sua desonestidade não interessa a Jesus: não a condena, e tão pouco recomenda que a imitemos. Em vez disso, Jesus chama a nossa atenção para a prontidão e inteligência com que o administrador procede, sem permitir que o assalte, nem por um momento, a hesitação.

5. É verdade que o administrador da parábola e o discípulo de Jesus que a escuta pertencem a duas maneiras diferentes de estar na vida e de proceder: o primeiro obedece à lógica do mundo; o segundo à do Reino. Trata-se evidentemente de duas maneiras diferentes de encarar a vida. Não obstante, o discípulo de Jesus, de acordo com o andamento da parábola, deve aprender do administrador, não a ser desonesto, mas a capacidade de decidir com prontidão, inteligência e largueza. É isto que está em causa. É que, face ao Reino de Deus, o discípulo de Jesus deve ser igualmente rápido, hábil e perspicaz a tomar decisões. Não há, de facto, urgência maior. É quanto resulta do ensino de Jesus no caminho.

6. Mas a grande questão que salta da parábola é ainda esta: e Jesus não esbanja também os bens do Pai, o amor, o perdão, a misericórdia? Surge, portanto, uma segunda e inevitável questão: e nós, discípulos de Jesus, que vimos e ouvimos estas coisas no caminho, guardamos ciosamente estas riquezas divinas só para nós, ou esbanjamo-las com largueza e alegria como Jesus?

7. A parábola contada por Jesus permite ainda uma correta compreensão sobre a função do dinheiro. O dinheiro é para servir o homem, mas torna-se muitas vezes o seu dono, diante do qual nós nos prostramos, segurança enganadora, falso sucedâneo de Deus, ídolo, a que o Evangelho chama MAMONA (mamônã) (Lucas 16,13; cf. Mateus 6,24). De notar que o termo grego mamônãs [= dinheiro, riqueza] deriva, através do aramaico mamôn, da raiz hebraica ’mn, que serve também para dizer a fé e a confiança em Deus. É como quem diz que podemos equivocar-nos radicalmente, deixando de pôr a nossa fé e confiança no Deus vivo, para nos agarrarmos aos ídolos mortos e vazios, uma espécie de «espantalhos num campo de pepinos!» (Jeremias 10,5). No nosso caso e nesta sociedade moderna, pode tratar-se de belos edifícios plantados no meio das cidades. É aí que estão os bancos! O historiador das religiões, David Flüsser, atravessava um dia a cidade de Atenas enquanto reflectia sobre a fé, grego pístis, no Novo Testamento. E quando levantou os olhos, deparou-se com grandes letras no frontal de um edifício. Leu: trápeza tês písteôs, à letra, banco de fé, em termos modernos, banco de crédito! Veja-se, hoje, com olhar lúcido, o logro ou o lodaçal das nossas arquitetadas seguranças!

8. Daí a muito bíblica e oriental advertência de Jesus: «Ninguém pode servir a dois senhores», donde: «Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Lucas 16,13). De notar que o Livro de Ben-Sirá já advertia com sabedoria: «Muitos pecam por amor ao dinheiro. Aquele que procura enriquecer faz todas as falcatruas». E ainda: «Como se introduz um pau entre as junturas das pedras, assim se intromete o pecado entre a venda e a compra» (Ben-Sirá 27,1-3).

9. O livro de Amós, de que hoje ouvimos também uma pequena perícope (8,4-7), caustica severamente a exploração dos pobres, a corrupção e o lucro fácil. O mundo de Amós é de oito séculos antes de Cristo. Mas o seu Livro parece ter sido escrito hoje, dada a sua tremenda atualidade. A lição de hoje abre com a chamada «fórmula de atenção» (Ouvi), que introduz habitualmente oráculos de desgraça, e dirige-se aos ricos e latifundiários, que vendem o trigo aos necessitados, enganando-os e roubando-os sorrateiramente, usando balanças, medidas e pesos falseados, comprando o trabalho dos pobres por um par de sandálias! Como se vê, sendo embora o texto do séc. VIII a.C., parece que estamos a ler um compêndio moderno de economia e comércio, que tem em vista apenas o lucro fácil a custo seja do que for. O oráculo termina referindo que para um tal comportamento de roubo, para cúmulo disfarçado de seriedade, não há amnistia: «nunca o esquecerei», diz Deus (v. 7). O efá, de que se fala no texto (v. 5), usado para medir cereais, equivalia a 45 litros. O sheqel ou siclo, de que também se fala no v. 5, pesava 11,4 gramas. A moeda propriamente dita aparece no séc. VIII na Anatólia, e pouco depois na Grécia. O sheqel é o nome atualmente usado para designar a moeda israelita.

10. Chega-nos hoje mais uma extraordinária lição de São Paulo na sua 1 Carta a Timóteo 2,1-8. Primeiro que tudo (prôton pántôn), rezar por todos os homens, usando todas as modalidades da oração: súplicas (deêseis), orações intensas (proseuchaí), pedidos (enteúxeis), ações de graças (eucharistíai) (v. 1). Depois, a afirmação da vontade salvadora universal de Deus, nosso Salvador, que quer que todos os homens sejam salvos, e ao conhecimento da verdade venham (v. 4). Dois movimentos: um da parte de Deus, nunca anulável; outro da nossa parte, que nos devemos pôr em movimento em ordem ao conhecimento profundo, pessoal, íntimo, experimental (epígnôsis) da verdade, que é o amor fiel e fiável de Deus por nós. Em continuidade, o único mediador entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo, que se entregou a si mesmo por nós (vv. 5-6). A seguir, a razão de ser do próprio Paulo e da sua missão de anunciador (kêryx) e apóstolo (apóstolos) (v.7). Por último, como ao princípio, a vontade de Paulo de que todos rezem em toda a parte (v. 8).

11. E ficamos com a música inebriante do Salmo 113, o Salmo que abre o fascículo dos Salmos 113-118, catalogados como o «pequeno Hallel da Páscoa» ou «Hallel egípcio», cantados no decurso da Ceia da Páscoa hebraica, de que o Talmude registra uma imagem sugestiva, deixando supor que, no decurso da Ceia da Páscoa, se levantava das casas dos hebreus um suspiro de louvor que perfurava os tetos e chegava ao céu: «A Páscoa é saborosa como a azeitona, e o Hallel deve atravessar os tetos das casas para chegar ao trono de Deus». O Salmo 113, sessenta palavras hebraicas, apresenta três belos andamentos: o primeiro, vv. 1-3, convida os orantes a encher de louvor o espaço todo visto na sua linha horizontal (do nascer ao pôr do sol: oriente-ocidente) e o tempo todo (agora e sempre). Este louvor intenso dirige-se à pessoa do Senhor, expressa pelo Nome do Senhor (três vezes). O segundo andamento, vv. 4-6, desenha uma linha vertical no sentido descendente (céu-terra), e mostra a transcendência, a glória e a incomparabilidade de Deus, sentado no alto, nos céus, mas amorosamente debruçado sobre a terra. Portanto, o nosso Deus não é um Deus impassível e abstrato, fechado nas paredes douradas da sua eternidade, mas é um Deus que se interessa por nós. O terceiro andamento, vv. 7-9, desenha agora uma linha vertical no sentido ascendente (terra-céu), e mostra Deus em ação no nosso mundo, levantando do pó e do esterco os indigentes, e fazendo da estéril, por todos desprezada, mãe honrada e feliz, habitante digna na casa do Senhor. Grande Hino de Louvor, que faz comunhão na vertical e na horizontal, e que nos junta a todos na bênção (. 2), hebraico berakah, grego eulogía, que desenha um mundo de bondade e de bem, de pensar bem, dizer bem, querer bem, fazer bem. Bendizer ou dizer bem une, como sabemos. Une-nos uns com os outros e todos com Deus. É a Eucaristia. Ao contrário, maldizer ou dizer mal separa, como também sabemos.

12. Mas nunca nos esqueçamos que não pode ser o dinheiro a comandar a nossa vida. Nunca nos devemos esquecer da história daquele fulano que era tão pobre, tão pobre, tão pobre…, que só tinha dinheiro!

António Couto

25º Domingo Do Tempo Comum ANO C – LUCAS

22/09/2019

LITURGIA DIÁRIA DA CNBB - Lc 16,1-13

** 25º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO C  -  Dehonianos

** 25º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO C - Revista Pastoral – Luiz Alexandre Solano Rossi (Roteiros Homiléticos)

** DOIS SENHORES - Vídeos no YouTube –  Pe Antôn Geraldo dalla Costa (Buscando novas águas)

** 25º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO C - Pe. Leomar Antonio Montagna (Homilia Domenical)

** 25º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO C - EM VÍDEO -  VERBO DIVINO  (À LUZ DO EVANGELHO DOMINICAL)

** 25º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO C - Franciscanos (Litúrgia – Franciscanos)

** NÃO SÓ CRISE ECONÔMICA - José Antonio Pagola (Grupos de Jesus)

** 25° DOMINGO DO TEMPO COMUM - Maria Aparecida Barboza -ICM (Ministério da Palavra na voz das mulheres - Reflexóes da IHU-ADITAL)

** A LÓGICA PERVERSA DO DINHEIRO - Pe Adroaldo Palaoro sj (Jesuitas – Espiritualidade)

** COMPARTILHAR A RIQUEZA INJUSTA - Enzo Bianchi (Comentário do Evangelho-IHU-ADITAL)

** ELE AGIU COM ESPERTEZA Ana Maria Casarotti (Comentário do Evangelho-IHU-ADITAL)

** DEUS ESCUTA O GRITO DOS POBRES - Marcel Domergue (Comentários do Evangelho -IHU-ADITAL)

** TÃO POBRE, TÃO POBRE, TÃO POBRE… QUE SÓ TINHA DINHEIRO - Antônio Couto (Mesa da Palavra)

** REFLEXÃO PARA O 25º DOMINGO DO TEMPO COMUM – LUCAS 16,01-13 (ANO C) - FRANCISCO CORNELIO F. RODRIGUES (Por causa de um certo Reino)

** O GERENTE SABIDO – Marcelo Barros (Meditação Bíblica)

 

 

  1   Gn   23, 16|        Efron. Pesou para Efron o dinheiro de que falara diante dos
  2   Gn   31, 15|         cima, acabou com o nosso dinheiro.
  3   Gn   42, 25|         que pusessem nas sacas o dinheiro que eles haviam pago, e
  4   Gn   42, 27|         jumento, e viu que o seu dinheiro estava na boca da saca de
  5   Gn   42, 28|        irmãos: «Devolveram o meu dinheiro! Está aqui na saca de trigo».
  6   Gn   42, 35| encontrou em sua saca a bolsa de dinheiro. Vendo as bolsas de dinheiro,
  7   Gn   42, 35|     dinheiro. Vendo as bolsas de dinheiro, eles e o seu pai ficaram
  8   Gn   43, 12|       Levem com vocês o dobro do dinheiro para devolver o que foi
  9   Gn   43, 15|    tomaram consigo os presentes, dinheiro em dobro e Benjamim, desceram
 10   Gn   43, 18|         nos levando por causa do dinheiro que voltou em nossas sacas
 11   Gn   43, 21|  encontramos na boca das sacas o dinheiro que havíamos pago, e o trouxemos
 12   Gn   43, 22|     sabemos quem colocou o nosso dinheiro nas sacas de trigo».
 13   Gn   43, 23|      sacas de trigo. Eu recebi o dinheiro de vocês». E levou Simeão
 14   Gn   44,  1|          desses homens e ponha o dinheiro de cada um na boca das sacas.
 15   Gn   44,  2|        do mais novo, junto com o dinheiro do trigo, coloque também
 16   Gn   44,  8|                        8 Veja! O dinheiro que tínhamos encontrado
 17   Gn   47, 14|          14 José acumulou todo o dinheiro que havia na terra do Egito
 18   Gn   47, 14|     compravam, e entregou todo o dinheiro ao palácio do Faraó.~
 19   Gn   47, 15|            15 Quando se acabou o dinheiro da terra do Egito e da terra
 20   Gn   47, 15|         porque se acabou o nosso dinheiro».
 21   Gn   47, 16|          Então José falou: «Se o dinheiro de vocês acabou, tragam
 22   Gn   47, 18|   esconder isso ao senhor: nosso dinheiro, o rebanho e os animais
 23   Ex   12, 44|          você tiver comprado por dinheiro, poderão comer dela se forem
 24   Ex   21, 21|       pois aquele foi comprado a dinheiro.~
 25   Ex   21, 34|      pagará assim: restituirá em dinheiro ao dono do animal, e o animal
 26   Ex   21, 35|          boi vivo e repartirão o dinheiro; e dividirão entre si o
 27   Ex   22,  6|    alguém confiar ao seu próximo dinheiro ou objetos para guardar,
 28   Ex   22, 16|          la, o sedutor pagará em dinheiro, conforme o dote das virgens.~
 29   Ex   22, 24|             24 Se você emprestar dinheiro a alguém do meu povo, a
 30   Ex   30, 16|                       16 Pegue o dinheiro do resgate dos filhos de
 31   Lv   22, 11| sacerdote compra com seu próprio dinheiro um escravo, este poderá
 32   Lv   25, 37|                  37 Não empreste dinheiro para ele a juros, nem lhe
 33   Nm    3, 48|                 48 Entregue esse dinheiro a Aarão e seus filhos, como
 34   Nm    3, 49|                49 Moisés pegou o dinheiro para o resgate daqueles
 35   Nm    3, 51|                  51 e entregou o dinheiro do resgate a Aarão e seus
 36   Dt   14, 25|          25 então venda, pegue o dinheiro e  ao lugar que Javé seu
 37   Dt   14, 26|         26 Aí você trocará o seu dinheiro por aquelas coisas que desejar:
 38   Dt   21, 14|   liberdade, mas não a venda por dinheiro; não queira tirar lucro
 39   Dt   23, 20|        se trate de empréstimo em dinheiro, quer em alimento ou qualquer
 40   Jz    9,  4|      Berit, e Abimelec usou esse dinheiro para contratar alguns homens
 41   Jz   16, 18|  filisteus foram logo, levando o dinheiro.
 42   Jz   17,  2|        minha frente? Aqui está o dinheiro. Fui eu que o peguei». Sua
 43   Jz   17,  3|          Eu tinha reservado esse dinheiro para Javé, em favor de meu
 44   Jz   17,  4|             4 E Micas devolveu o dinheiro à sua mãe. Ela pegou duzentas
 45  1Sm   12,  3|      quem oprimi? De quem recebi dinheiro para fechar os olhos sobre
 46  1Sm   18, 25|          O rei não está querendo dinheiro; ele se contenta com cem
 47  2Sm   24, 24|        comprar a eira a troco de dinheiro. Não vou oferecer a Javé
 48  1Rs   20, 39|          pagar com a vida ou com dinheiro’.
 49  1Rs   21,  2|          pagarei o valor dela em dinheiro».
 50  2Rs    5, 26|         Agora que você recebeu o dinheiro, com ele você pode comprar
 51  2Rs   12,  5|          aos sacerdotes: «Todo o dinheiro das ofertas sagradas oferecido
 52  2Rs   12,  5|   oferecido ao Templo de Javé, o dinheiro que circula, o dinheiro
 53  2Rs   12,  5|          dinheiro que circula, o dinheiro das taxas individuais, o
 54  2Rs   12,  5|         das taxas individuais, o dinheiro das ofertas voluntárias,
 55  2Rs   12,  8|     vocês não ficarão mais com o dinheiro entregue pelos seus conhecidos;
 56  2Rs   12,  9|       concordaram em não receber dinheiro do povo, e não serem mais
 57  2Rs   12, 10|  porteiros depositavamtodo o dinheiro que era levado para o Templo.
 58  2Rs   12, 11|        eles viam que havia muito dinheiro no cofre, o secretário do
 59  2Rs   12, 11|           recolhiam e contavam o dinheiro que havia no Templo de Javé.
 60  2Rs   12, 12|        Depois de ter conferido o dinheiro, eles o entregavam aos mestres
 61  2Rs   12, 12|         Javé. Estes utilizavam o dinheiro para pagar carpinteiros
 62  2Rs   12, 14|                      14 Com esse dinheiro oferecido para o Templo
 63  2Rs   12, 15|                             15 O dinheiro era entregue aos mestres
 64  2Rs   12, 16|        aos homens que recebiam o dinheiro para pagar os operários,
 65  2Rs   12, 17|                    17 Contudo, o dinheiro oferecido para os sacrifícios
 66  2Rs   22,  4|        lhe que deixe preparado o dinheiro oferecido ao Templo de Javé
 67  2Rs   22,  5|         Diga-lhe para entregar o dinheiro aos mestres de obras encarregados
 68  2Rs   22,  6|       pedreiros. Que eles usem o dinheiro para comprar madeiras e
 69  2Rs   22,  7|       necessário pedir contas do dinheiro entregue a eles, porque
 70  2Rs   22,  8|           Seus servos juntaram o dinheiro que havia no Templo e o
 71  1Cr   21, 22|         a eira pelo seu valor em dinheiro. Desse modo, o povo ficará
 72  1Cr   21, 24|         a eira pelo seu valor em dinheiro. Não vou dar a Javé o que
 73  2Cr   17, 11|         pagavam muito tributo em dinheiro. Até os árabes lhe traziam
 74  2Cr   24,  5|       cidades de Judá recolhendo dinheiro de todo o Israel, para restaurar
 75  2Cr   24, 11|           e viam que havia muito dinheiro, o secretário do rei e o
 76  2Cr   24, 11|   diariamente, e ajuntaram muito dinheiro.
 77  2Cr   24, 12|        rei e Joiada entregavam o dinheiro aos mestres de obras encarregados
 78  2Cr   24, 14|       para o rei e para Joiada o dinheiro que sobrou. E com a sobra
 79  2Cr   34,  9| sacerdote Helcias, e lhe deram o dinheiro trazido para o Templo de
 80  2Cr   34,  9|      para o Templo de Deus. Esse dinheiro fora coletado pelos levitas,
 81  2Cr   34, 10|                          10 Esse dinheiro foi entregue aos encarregados
 82  2Cr   34, 11|                             11 O dinheiro foi entregue aos carpinteiros
 83  2Cr   34, 14|                14 Ao retirarem o dinheiro que tinha sido depositado
 84  2Cr   34, 17|            17 Estão empregando o dinheiro recolhido no Templo de Javé
 85  Esd    7, 17|                      17 Com esse dinheiro, você comprará bezerros,
 86   Ne    5,  4|       diziam: «Tivemos que pedir dinheiro emprestado, penhorando nossos
 87   Ne    5, 10|     ajudantes também emprestamos dinheiro e trigo para essas pessoas.
 88   Ne    5, 11|      Perdoem também a penhora em dinheiro, trigo, vinho e óleo, que
 89   Tb    1,  7|     converti o segundo dízimo em dinheiro e o gastava a cada ano em
 90   Tb    2, 11|          a trabalhar para ganhar dinheiro. Fiava  e recebia tela
 91   Tb    4,  1|         dia, Tobit lembrou-se do dinheiro que tinha deixado com Gabael
 92   Tb    4,  2|        não informá-lo sobre esse dinheiro, antes de morrer?»
 93   Tb    5,  2|        como posso recuperar esse dinheiro? Gabael não me conhece e
 94   Tb    5,  2|  acredite em mim e me entregue o dinheiro? Além disso, não conheço
 95   Tb    5,  3|        parte, eu deixei lá com o dinheiro, e a outra está comigo.
 96   Tb    5,  3|      desde que eu depositei esse dinheiro! Agora, meu filho,  procurar
 97   Tb    5,  3|     voltarem.  e recupere esse dinheiro que está com Gabael».~
 98   Tb    5, 19|                             19 O dinheiro não vale nada em comparação
 99   Tb    9,  3|         documento, receba dele o dinheiro e o convide a vir até aqui
100   Tb   10,  2|          lhe quiseram entregar o dinheiro?»
101   Tb   10, 10|      jumentos e camelos, roupas, dinheiro e utensílios.
102   Tb   11, 15|         certo. Estava trazendo o dinheiro e tinha casado com Sara,
103   Tb   12,  3|         minha mulher, resgatou o dinheiro e ainda curou o senhor.
104  Est    3, 11|          lhe disse: «Fique com o dinheiro, e faça com esse povo o
105  Est    4,  7|     Contou em pormenores sobre o dinheiro que Amã oferecera para o
106  1Mc    3, 31|         e ajuntar grande soma de dinheiro.
107  1Mc    8, 26|          fornecerá trigo, armas, dinheiro ou navios. E observarão
108  1Mc    8, 28|          fornecerá trigo, armas, dinheiro ou navios. E observarão
109  1Mc   13, 15|       irmão Jônatas por causa do dinheiro que ele deve ao tesouro
110  1Mc   13, 17|        entanto mandou entregar o dinheiro e as crianças, a fim de
111  1Mc   13, 18|        porque Simão não mandou o dinheiro, nem os filhos para Trifão».
112  1Mc   14, 32|       nação. Gastou muito do seu dinheiro para armar os homens do
113  1Mc   15,  6|        cunhar moeda própria como dinheiro oficial do seu país.
114  2Mc    3,  6|     falar, e que a quantidade de dinheiro era incalculável. Disse-
115  2Mc    4, 19|     acharam melhor não usar esse dinheiro para o sacrifício, coisa
116  2Mc    4, 20|                      20 Assim, o dinheiro que fora enviado para o
117  2Mc    4, 23|        mencionado Simão, levar o dinheiro para o rei e apresentar
118  2Mc    4, 27|       providência com relação ao dinheiro que tinha prometido ao rei,
119  2Mc    4, 45|          prometeu grande soma de dinheiro a Ptolomeu, filho de Dorimeno,
120  2Mc    8, 25|                     25 Tomaram o dinheiro dos que tinham vindo com
121  2Mc   10, 20|           cheios de ganância por dinheiro, foram subornados por alguns
122  2Mc   10, 21|          vendido seus irmãos por dinheiro, deixando sair livres os
123   Jo   42, 11|        ofereceu a  uma soma de dinheiro e um anel de ouro.~
124   Sl   15,  5|             5  quem não empresta dinheiro com juros, nem aceita suborno
125   Pr    2,  4|        procurar a sabedoria como dinheiro e a buscar como tesouro,
126   Pr    7, 20|         20 Ele levou a bolsa com dinheiro, e não voltará até a lua
127   Pr    8, 10|        minha disciplina, e não o dinheiro; prefiram o conhecimento,
128   Pr   17, 16|          adianta o insensato ter dinheiro para comprar sabedoria,
129  Ecl    5,  9|                  9 Quem gosta de dinheiro, nunca se sacia de dinheiro.
130  Ecl    5,  9|      dinheiro, nunca se sacia de dinheiro. Quem é apegado às riquezas,
131  Ecl    7, 12|         como se vive à sombra do dinheiro. Mas a sabedoria é mais
132  Ecl   10, 19|         o vinho alegra a vida: o dinheiro providencia tudo.
133 Eclo    7, 18|          Não troque um amigo por dinheiro, nem o irmão fiel pelo ouro
134 Eclo    8,  2|        ele não coloque o peso do dinheiro dele contra você, pois o
135 Eclo   18, 33|       empobreça banqueteando com dinheiro emprestado, quando você
136 Eclo   21,  8|      constrói a própria casa com dinheiro de outros, ajunta pedras
137 Eclo   29, 10|                       10 Perca o dinheiro com o irmão e o amigo, para
138 Eclo   46, 19|     Senhor e do seu ungido: «Nem dinheiro, nem sandálias eu tomei
139 Eclo   51, 25|          Comprem a sabedoria sem dinheiro.
140 Eclo   51, 28|         mesmo que seja com muito dinheiro, pois com ela vocês vão
141   Is   23, 18|          que ela não vai ajuntar dinheiro nem se enriquecer, pois
142   Is   43, 24|       não me comprava canela com dinheiro, nem me saciava com a gordura
143   Is   55,  1|     Venham também os que não têm dinheiro: comprem e comam sem dinheiro
144   Is   55,  1|    dinheiro: comprem e comam sem dinheiro e bebam vinho e leite sem
145   Is   55,  2|                 2 Por que gastar dinheiro com coisa que não alimenta,
146   Jr    5, 31|          os sacerdotesquerem dinheiro, e o meu povo gosta disso!
147   Br    1,  6|     Fizeram também uma coleta em dinheiro, dando cada um o que podia,
148   Br    1, 10|          estamos remetendo algum dinheiro. É para vocês comprarem
149   Ez   16, 36|        Javé: Você esbanjou o seu dinheiro e, nas suas prostituições,
150   Am    2,  6|        porque vendem o justo por dinheiro e o necessitado por um par
151   Am    8,  6|       para comprar os fracos por dinheiro, o necessitado por um par
152   Mq    3, 11|        profetas dão oráculos por dinheiro. E ainda ousam apoiar-se
153  Hab    2,  9|              9 Ai de quem ajunta dinheiro injusto em sua casa, para
154   Zc   11, 12|    deixem». Então eles pesaram o dinheiro do meu pagamento: trinta
155   Mt   17, 27|      você pegar, vai encontrar o dinheiro para pagar o imposto. Pegue-
156   Mt   19, 21|       venda tudo o que tem,  o dinheiro aos pobres, e você terá
157   Mt   25, 18|    buraco na terra, e escondeu o dinheiro do seu patrão.~
158   Mt   25, 27|         devia ter depositado meu dinheiro no banco, para que, na volta,
159   Mt   26,  9|     vendido bem caro, para dar o dinheiro aos pobres160   Mt   28, 12|         deram uma grande soma de dinheiro aos soldados,
161   Mt   28, 15|         15 Os soldados pegaram o dinheiro, e agiram de acordo com
162   Mc    6,  8|         nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura.
163   Mc   10, 21|      fazer: , venda tudo,  o dinheiro aos pobres, e você terá
164   Mc   12, 41|          ricos depositavam muito dinheiro.
165   Mc   14, 11|   ouviram isso, e prometeram dar dinheiro a Judas. Então Judas começou
166   Lc    9,  3|         nem sacola, nem pão, nem dinheiro, nem duas túnicas.
167   Lc   12, 33|     Vendam os seus bens e dêem o dinheiro em esmola. Façam bolsas
168   Lc   16,  9|          eu lhes declaro: Usem o dinheiro injusto para fazer amigos,
169   Lc   16,  9|        amigos, e assim, quando o dinheiro faltar, os amigos receberão
170   Lc   16, 11|          não são fiéis no uso do dinheiro injusto, quem lhes confiará
171   Lc   16, 13|         podem servir a Deus e ao Dinheiro.» ~Jesus e a Lei -*
172   Lc   16, 14|      fariseus, que são amigos do dinheiro, ouviam tudo isso, e caçoavam
173   Lc   18, 22|         você possui, distribua o dinheiro aos pobres, e terá um tesouro
174   Lc   19, 15|           aos quais havia dado o dinheiro, a fim de saber quanto haviam
175   Lc   19, 23|       que você não depositou meu dinheiro no banco? Ao chegar, eu
176   Lc   22,  5|    alegres, e combinaram dar-lhe dinheiro.
177  Joa   10, 13|      foge porque trabalha só por dinheiro, e não se importa com as
178   At    2, 45|          seus bens e repartiam o dinheiro entre todos, conforme a
179   At    4, 34|      casas as vendiam, traziam o dinheiro
180   At    4, 37|      campo que possuía, trouxe o dinheiro e o colocou aos pés dos
181   At    5,  2|            2 reteve uma parte do dinheiro para si e entregou a outra
182   At    5,  4|       não podia ficar com todo o dinheiro? Então, por que fez isso?
183   At    8, 18|         das mãos. Então ofereceu dinheiro a Pedro e João, dizendo:
184   At    8, 20|      Pereça você junto com o seu dinheiro, pois você pensou que podia
185   At    8, 20|     pensou que podia comprar com dinheiro aquilo que é dom de Deus.
186   At   22, 28|     disse: «Eu precisei de muito dinheiro para adquirir essa cidadania!»
187   At   24, 26|     esperava que Paulo lhe desse dinheiro. Por isso, mandava chamá-
188  1Tm    3,  3|     pacífico e sem interesse por dinheiro.
189  1Tm    6, 10|       todos os males é o amor ao dinheiro. Por causa dessa ânsia de
190  1Tm    6, 10|         Por causa dessa ânsia de dinheiro, alguns se afastaram da
191   Tt    1, 11|    intenção vergonhosa de ganhar dinheiro.
192   Hb   13,  5|      seja inspirada pelo amor ao dinheiro. Cada um fique satisfeito
193   Tg    4, 13|        ano negociando e ganhando dinheiro.»
194  2Pd    2,  3|           3 Levados pelo amor ao dinheiro, procurarão, com palavras
195  1Jo    2, 16|     insaciáveis, a arrogância do dinheiro - são coisas que não vêm

PECADO

terça-feira, setembro 17th, 2019

PECADO

Na Primeira Carta de João

1Jo 1,7 Mas, se caminhamos na luz, como ele (Deus) está na luz, estamos em comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho (Filho de Deus), nos purifica de todo pecado. 8 Se dizemos que não temos pecado, enganamos a nós mesmos, e a Verdade não está em nós. 9 Se reconhecemos os nossos pecados, ele (Deus), que é fiel e justo, perdoará nossos pecados e nos purificará de toda injustiça. 10 Se dizemos que nunca pecamos, estaremos afirmando que ele (Deus) é mentiroso, e a sua palavra não estará em nós.

1Jo 2,2 Ele é a vítima de expiação pelos nossos pecados; e não só os nossos, mas também os (pecados) do mundo inteiro.

1Jo 2,12 Eu lhes escrevo, filhinhos, porque os seus pecados são perdoados por causa do seu Nome. (=de Jesus)

1Jo 3,3 Todo aquele que  deposita  essa  esperança em Jesus se purifica, para ser puro  como  Jesus é  puro. 4 Todo aquele  que comete  pecado, comete também violação  da  lei, porque o pecado é violação da lei. 5 Mas  vocês sabem que  Jesus se manifestou para tirar os pecados, e que  nele não  existe pecado. 6 Todo aquele  que nele permanece, não peca. Todo aquele  que peca, não o viu nem o  conheceu.

1Jo 3,8 Quem comete o pecado pertence ao Diabo, porque o Diabo é pecador desde o princípio. (cf. Jo 8, 44) Foi para isto que o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo. 9 Todo aquele que nasceu de Deus não comete pecado, pois a semente de Deus (=o Espírito ou a Palavra) permanece nele: e não pode pecar, porque nasceu de Deus.

1Jo 4,10 E o amor consiste no seguinte: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou, e nos enviou o seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados.

1Jo 5,16 Se alguém vê o seu irmão cometer um pecado que não leva à morte, que ele reze, e Deus dará a vida a esse irmão. Isso quando o pecado cometido não leva para a morte. Existe um pecado que leva para a morte, (cf. Mt 12,31; 1Jo 2,22-23) mas não é a respeito desse que eu digo para se rezar. 17 Toda injustiça é pecado, mas existe pecado que não leva para a morte.

PECADO QUE NÃO LEVA PARA MORTE

 

PECADO QUE LEVA PARA MORTE

 

PECADO É A VIOLAÇÃO DA LEI

 

TODA INJUSTIÇA É PECADO

 

PECADO no EVANGELHO DE JOÃO

Jo 1,29 No dia seguinte, João viu Jesus, que se aproximava dele. E disse: “Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do  mundo.

Jo 8,7   Como eles (os doutores da Lei e os fariseus) continuaram insistindo na pergunta, Jesus se levantou e disse: “Quem de vocês não tiver pecado, atire nela a primeira pedra.”

Jo 8,21 Jesus continuou dizendo (para as autoridades dos Judeus): “Eu vou-me embora e vocês vão me procurar, mas vocês vão morrer no seu pecado. Para onde eu vou, vocês não podem ir.” 22 As autoridades dos judeus comentavam: “Por acaso ele vai se matar? Pois está dizendo: ‘Para onde eu vou, vocês não podem ir’.” 23 Jesus continuou a falar: “Vocês são daqui de baixo, eu (sou) lá de cima. Vocês são deste mundo, mas eu não sou deste mundo. 24 É por isso que eu digo que vocês vão morrer nos seus pecados. Se vocês não acreditam que Eu Sou , vocês vão morrer nos seus pecados.” 25 Então as autoridades dos judeus perguntaram: “Quem és tu?” Jesus respondeu: “O que eu estou dizendo desde o começo. 26 Eu poderia dizer muita coisa a respeito de vocês, e condená-los. Mas, aquele que me enviou é verdadeiro, e eu digo ao mundo as coisas que ouvi dele.”

Jo 8,34 Jesus respondeu (às autoridades dos Judeus): “Em verdade, em verdade digo a vocês: quem comete o pecado, é escravo do pecado. 35 O escravo não fica para sempre na casa, mas o filho fica aí para sempre. 36 Por isso, se o Filho os libertar, vocês realmente ficarão livres…… 46 Quem de vocês pode me acusar de pecado? Se eu digo a verdade, por que vocês não acreditam em mim? 47 Quem é de Deus ouve as palavras de Deus. Vocês, porém, não ouvem, porque vocês não são de Deus.”

Jo 9,16 Então os fariseus disseram: “Esse homem não pode vir de Deus; ele não guarda o sábado.” Outros diziam: “Mas como pode um pecador realizar esses sinais?” …. 24 Então as autoridades dos judeus chamaram de novo o homem que tinha sido cego e lhe disseram: “Dá glória a Deus! (=Confesse a verdade).  Nós sabemos que esse homem é um pecador.” 25 Ele respondeu: “Se ele é pecador, isso eu não sei; só sei que eu era cego e agora estou enxergando.”……30 Ele (o que era cego) respondeu: “Isso é de admirar! Vocês não sabem de onde ele é. No entanto, ele abriu meus olhos. 31 Sabemos que Deus não ouve os pecadores, mas ouve aquele que o respeita (o teme) e faz a sua vontade. 32 Nunca se ouviu falar que alguém tenha aberto os olhos de um cego de nascença. 33 Se esse homem não vem de Deus, não poderia fazer nada.” 34 Eles disseram: “Você nasceu inteirinho no pecado e quer nos ensinar?” E o expulsaram….. 40 Alguns fariseus que estavam perto dele ouviram isso e disseram: “Será que também somos cegos?” Jesus respondeu: “Se vocês fossem cegos, não teriam nenhum pecado. Mas como vocês dizem: ‘Nós vemos’, o pecado de vocês permanece.”

Jo 15,22 Se eu não tivesse vindo e não tivesse falado para eles, eles não seriam culpados de pecado. Mas agora eles não têm nenhuma desculpa do seu próprio pecado. 23 Quem me odeiaodeia também a meu Pai. 24 Se eu não tivesse feito no meio deles obras como nenhum outro fez, eles não seriam culpados de pecado. Mas eles viram (o que eu fiz), e apesar disso odiaram a mim e a meu Pai. 25 Desse modo se realiza o que está escrito na lei deles: ‘Odiaram-me sem motivo’. (cf. Sl 35,19; 69,5)

Jo 16, 8 Quando o Advogado (Paráclito) vier, ele vai desmascarar o mundo, mostrando quem é pecador, quem é o Justo e quem é o julgado (=condenado). 9 Quem é pecador? Aqueles que não crê em mim. 10 Quem é o Justo? Sou eu. Mas vocês não me verão mais, porque eu vou para o Pai. 11 Quem é o julgado (=condenado)? É o PRÍNCIPE DESTE MUNDO, (12,31; 14,30; 16,11) que já foi julgado (=condenado).”

Jo 19,11 Jesus respondeu: “Você (Pilatos) não teria nenhuma autoridade sobre mim, se ela não lhe fosse dada do alto. Por isso, aquele que me entregou a você, tem pecado maior.”

Jo 20,22   Tendo falado isso, Jesus soprou sobre eles, dizendo: “Recebam o Espírito Santo. (cf. Jo 14,16.26; 15,26) 23 Os pecados daqueles que vocês perdoarem, serão perdoados. (cf. Jo 1,29) Os pecados daqueles que vocês não perdoarem, não serão perdoados.”

PECAR É SER ENGANADO POR UM ÍDOLO

Ex 32,7-11.13-14

Leitura do Livro do Êxodo 32,7-11.13-14

Naqueles dias:
7 O Senhor falou a Moisés:
‘Vai, desce, pois corrompeu-se o teu povo,
que tiraste da terra do Egito.
8 Bem depressa desviaram-se do caminho que lhes prescrevi.
Fizeram para si um bezerro de metal fundido,
inclinaram-se em adoração diante dele
e ofereceram-lhe sacrifícios, dizendo:
‘Estes são os teus deuses, Israel,
que te fizeram sair do Egito!’
9 E o Senhor disse ainda a Moisés:
‘Vejo que este é um povo de cabeça dura.
10 Deixa que minha cólera se inflame contra eles
e que eu os extermine.
Mas de ti farei uma grande nação’.
11 Moisés, porém, suplicava ao Senhor seu Deus, dizendo:
‘Por que, ó Senhor,
se inflama a tua cólera contra o teu povo,
que fizeste sair do Egito
com grande poder e mão forte?
13 Lembra-te de teus servos Abraão, Isaac e Israel,
com os quais te comprometeste, por juramento, dizendo:
‘Tornarei os vossos descendentes
tão numerosos como as estrelas do céu;
e toda esta terra de que vos falei,
eu a darei aos vossos descendentes
como herança para sempre’ ‘.
14 E o Senhor desistiu do mal
que havia ameaçado fazer ao seu povo.

Paulo se reconhece pecador

1Tm 1,12-17

Caríssimo:
12 Agradeço àquele que me deu força,
Cristo Jesus, nosso Senhor,
pela confiança que teve em mim
ao designar-me para o seu serviço,
13 a mim, que antes blasfemava, perseguia e insultava.
Mas encontrei misericórdia,
porque agia com a ignorância de quem não tem fé.
14 Transbordou a graça de nosso Senhor
com a fé e o amor que há em Cristo Jesus.
15 Segura e digna de ser acolhida por todos
é esta palavra:
Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores.
E eu sou o primeiro deles!
16 Por isso encontrei misericórdia,
para que em mim, como primeiro,
Cristo Jesus demonstrasse
toda a grandeza de seu coração;
ele fez de mim um modelo
de todos os que crerem nele
para alcançar a vida eterna.
17 Ao Rei dos séculos,
ao único Deus, imortal e invisível,
honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém!

Pedro se reconhece pecador

Lc 5,8 Ao ver isso, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!”

O Papa Francisco se reconhece pecador

MORTE

quarta-feira, setembro 11th, 2019

MORTE

Na Primeira Carta de João: “Passar da morte para a vida..”

1Jo 3,14 Nós sabemos que passamos da morte para a vida(cf. Jo 5,24; Ef 2,1s; Cl 2,13s) porque amamos aos irmãos. Quem não ama, permanece na morte.

Jo 5,24 “Em verdade, em verdade digo a vocês: quem ouve a minha palavra e acredita naquele que me enviou, possui a VIDA ETERNA . Não será julgado (=condenado), porque já passou da morte para a vida.

1Jo 5,16 Se alguém vê o seu irmão cometer um pecado que não leva à morte, que ele reze, e Deus dará a vida a esse irmão. Isso quando o pecado cometido não leva para a morte. Existe um pecado que leva para a morte, (cf. Mt 12,31; 1Jo 2,22-23) mas não é a respeito desse que eu digo para se rezar. 17 Toda injustiça é pecado, mas existe pecado que não leva para a morte.

Ef 2,1 Vocês estavam mortos por causa das faltas e pecados que cometiam. 2 Outrora vocês viviam nessas faltas e pecados, seguindo o modo de pensar deste mundo, seguindo o príncipe do poder do ar, o espírito que agora age nos homens desobedientes. 3 Antigamente também nós andávamos como eles, submetidos aos desejos da carne, obedecendo aos caprichos do instinto e da imaginação; como os outros, éramos, por natureza, merecedores da ira de Deus. 4 Mas Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, 5 deu-nos a vida juntamente com Cristo, quando estávamos mortos por causa de nossas faltas. Vocês foram salvos pela graça! 6 Na pessoa de Jesus Cristo, Deus nos ressuscitou e nos fez sentar no céu. 7 Assim, com sua bondade para conosco em Jesus Cristo, ele quis mostrar para os tempos futuros a incomparável riqueza da sua graça. 8 De fato, vocês foram salvos pela graça, por meio da fé; e isso não vem de vocês, mas é dom de Deus. 9 Isso não vem das obras, para que ninguém se encha de orgulho. 10 Porque foi Deus quem nos fez, e em Jesus Cristo fomos criados para as boas obras que Deus já havia preparado, a fim de que nos ocupássemos com elas.

Cl 2, 9 É em Cristo que habita, em forma corporal, toda a plenitude da divindade. 10 Em Cristo vocês têm tudo de modo pleno. Ele é a cabeça de todo principado e de toda autoridade. 11 Em Cristo vocês foram circuncidados com uma circuncisão não feita por mãos humanas, mas com a circuncisão de Cristo, a qual consiste em despojar-se do corpo carnal. 12 Com ele, vocês foram sepultados no batismo, e nele vocês foram também ressuscitados mediante a fé no poder de Deus, que ressuscitou Cristo dos mortos. 13 Vocês estavam mortos por causa das faltas e da incircuncisão da carne, mas Deus concedeu a vocês a vida juntamente com Cristo: Ele perdoou todas as nossas faltas, 14 anulou o título de dívida que havia contra nós, deixando de lado as exigências legais; fez o título desaparecer, pregando-o na cruz; 15 destituiu os principados e autoridades, oferecendo-os em espetáculo público, após triunfar sobre eles por meio de Cristo.

Ver

GNÓSTICOS ;

ODIAR ;  ENGANAR ;

ANTICRISTO ; FALSO PROFETA ;

MALIGNO ; DIABO ;  MORTE

VEJA MATERIAL PARA O MÊS DA BÍBLIA – PRIMEIRA CARTA DE JOÃO

 

PERMANECER

quarta-feira, setembro 11th, 2019

PERMANECER

 

FILHOS DE DEUS

segunda-feira, setembro 2nd, 2019

COMUNHÃO

domingo, setembro 1st, 2019

COMUNHÃO

Na 1a carta de João:

1 Jo 1,3 Isso que vimos e ouvimos, nós agora o anunciamos a vocês,para que vocês estejam em comunhão conosco. E a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo.

1 Jo 1,6 Se dizemos que estamos em comunhão com ele (Deus) e no entanto andamos em trevas, somos mentirosos e não pomos em prática a Verdade. 7 Mas, se caminhamos na luz, como ele (Deus) está na luz, estamos em comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu filho (Filho de Deus), nos purifica de todo pecado.

COMUNHÃO (Cf. 1Cor 1,9+; 2Pd 1,4) exprime um dos principais temas da mística joanina (Jo 14,20; 15,1-6; 17,11.20-26): a unidade da comunidade cristã, fundada sobre a unidade de cada fiel com Deus, em Cristo. Esta unidade é expressa por estas diferentes formas:

  • “permanecer em Deus e Deus permanece nele” ou
  • “estar em Deus e Deus está nele”. (1Jo 2,5-6.24-27; 3,6.24;4,12-13.15-16; cf. Jo 6,56+)
  • ele é nascido de Deus (2,29; 4,7; 5,1.18)
  • ele é de Deus (2,16; 3,10; 4,4.6; 5,19)
  • ele conhece a Deus; (2,3.13-14; 3,6; 4,7-8)

sobre conhecimento e presença, ver ainda: (Jo 14,17; 2Jo 1-2). Esta união com Deus se manifesta pela fé e pelo amor fraterno (cf. 1,7+; Jo 13, 34+). O testemunho apostólico é o instrumento desta comunhão. (.5; 2,7.24-25; 4,6; Jo 4,38; 17,20+; cf. At 1,8. 21-22). (Roda-pé da BJ)