Mc 15,33-39 – A MORTE DE JESUS

A MORTE DE JESUS

(Mt 27, 45-54; Lc 23, 44-47; Jo 19, 28-30)

15,33 À hora sexta (nove da manha) até a hora nona (meio-dia),

houve escuridão sobre toda a terra.

34 Á hora nona, Jesus(77/80) deu um forte grito:

“Eloi, Eloi, lamá sabactâni?”, que quer dizer:

“Meu Deus(29/30), meu Deus(30/30),

por que me abandonaste?”

35 Alguns dos que estavam aí junto, ouvindo isso, disseram:

“Vejam, ele está chamando Elias(8/9)!”

36 Alguém, correndo, encheu de vinagre uma esponja,

colocou-a na ponta de uma vara, e deu para Ele beber, dizendo:

“Deixem, vamos ver se Elias(9/9) vem tirá-lo da cruz!”

37 Então Jesus(78/80) lançou um forte grito, e expirou.

 

38 Nesse momento,

a cortina do santuário se rasgou de alto a baixo, em duas partes.

39 O oficial do exército, que estava bem na frente da cruz,

viu como Ele havia expirado, e disse:

“De fato, esse homem era mesmo FILHO DE DEUS(7/7)!”

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BP:* 33-41: No ápice do abandono, as situações imediatamente se invertem. A cortina do Templo, símbolo de um sistema econômico-político-religioso, se rasga: é a ruptura total entre o projeto de Jesus e a estrutura dos projetos deste mundo. A exclamação do oficial romano marca também outra ruptura: os pagãos que adoram os poderosos deste mundo começam a reconhecer que Jesus é o Filho de Deus. No momento do aparente fracasso total, o Evangelho de Marcos atinge o seu ponto culminante, desvendando definitivamente a identidade de Jesus. As mulheres que acompanharam Jesus desde a Galiléia, já podem voltar, pois o serviço a Jesus vai continuar.

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