COISAS DE DEUS/HOMENS

COISAS DE DEUS E COISAS DOS HOMENS

VONTADE DE DEUS E VONTADE DOS HOMENS

 

(Mc 3,35; 8,33; 10,27;  11,28-33, 12,14)

(Cf. Cl 3,2) (Roda-pé: Rm 7,1-6; Gl 5,16)

 

Mc 11,28  Perguntaram: “Com que autoridade  fazes tais coisas? Quem te deu autoridade  para fazer isso?” 29 JESUS respondeu: “Vou lhes dizer só uma palavra:  Respondam-me, e eu direi com que autoridade  faço isso. 30 O batismo de João (Batista) vinha do céu ou dos homens? Respondam-me.” 31 Eles comentavam entre si: “Se respondemos que vinha do céu, ele vai dizer: ‘Então, por que vocês não acreditaram nele?’ 32 Devemos então dizer que vinha dos homens?” Mas eles tinham medo da MULTIDÃO, porque todos consideravam João como realmente profeta. 33 Então eles responderam a JESUS: “Não sabemos.” E JESUS disse: “Pois eu também não vou dizer a vocês com que autoridade  faço essas coisas.”

 

Mc 14,58 dizendo: “Nós o ouvimos dizer: ‘Vou destruir esse templo (9/10) feito por homens, e em três dias construirei um outro, que não será feito pelos homens!’”

 

Lc 2, 49 JESUS(5/7) respondeu: “Por que me procuravam? Não sabiam que eu devo ocupar-me com as coisas do meu Pai?” 50 Mas eles não compreenderam o que o menino acabava de lhes dizer.

(Essa resposta, no entanto, consiste na primeira revelação que Jesus faz de sua identidade; até então, sua identidade divina tinha sido revelada pelo anjo (cf. 1,28-35; 2,10), por Isabel (cf. 1,42-43), por Zacarias (cf. 1,67-79) por Ana e Simeão (cf. 2,25-40); dessa vez, foi o próprio Jesus que falou de si. Ele não dispensa seus pais terrenos, mas afirma que é a Deus que deve obedecer e fazer a sua vontade. Na verdade, Jesus não fala em “casa do Pai”, como consta na tradução litúrgica, mas em “coisas do Pai”; até porque, no futuro ele defenderá a destruição do templo. Em resposta à sua mãe, ele diz que deve estar tratando “do que é do Pai”, provavelmente contestando a doutrina dos mestres da lei que ofuscava a identidade do Pai. – Francisco Cornelio)

Mc 3, 34 Então Ele olhou ao redor para as pessoas que estavam sentadas e disse: (Cf. Mt 12,49)  “Aqui estão minha mãe e meus irmãos. 35 Quem faz a vontade de DEUS , (Lc 11,28) (Cf. Rm 12,1-2) esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.” (Cf. Mc  3,35; 8,33; 10,27; 12,14)

Mt 12, 47 Alguém disse a Jesus: «Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo.» 48 Jesus perguntou àquele que tinha falado: «Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?» 49 E, estendendo a mão para os discípulos, (Cf. Mc 3,34) Jesus disse: «Aqui estão minha mãe e meus irmãos, 50 pois todo aquele que faz a vontade do meu PAI que está no céu, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.»

Lc 8, 21 Jesus respondeu: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem A PALAVRA DE DEUS, e a põem em prática.” (Cf. 6,46-48; 8,21 11,28; Mc 3,35) 

Lc 11,27 Enquanto Jesus dizia essas coisas, uma mulher levantou a voz no meio da multidão, e lhe disse: “Feliz o ventre que te carregou, e os seios que te amamentaram.” 28 Jesus respondeu: “Mais felizes são aqueles que ouvem A PALAVRA DE DEUS e a põem em prática.” (Cf. 6,46-48; 8,21 11,28; Mc 3,35)

 

Lc 10,21 Nessa hora, Jesus se alegrou no Espírito Santo, e disse: “Eu te louvo, Pai, Senhor* do céu e da terra,  porque escondeste essas coisas aos sábios e inteligentes,  e as revelaste aos pequeninos.  Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. 22  Meu Pai entregou tudo a mim. Ninguém conhece quem é o Filho, a não ser o Pai, e ninguém conhece quem é o Pai, a não ser o Filho e aquele a quem o Filho quiser revelar.”  23 E Jesus voltou-se para os discípulos, e lhes disse em particular: “Felizes os olhos que vêem o que vocês vêem. Pois eu digo a vocês que muitos profetas quiseram ver o que vocês estão vendo, e não puderam ver; quiseram ouvir o que vocês estão ouvindo, e não puderam ouvir.”

Lc 22, 29 Por isso, assim como o meu Pai confiou o Reino a mim, eu também confio o Reino a vocês. (Cf Jo 20,21)  30 E vocês hão de comer e beber à minha mesa no meu Reino, e sentar-se em tronos para julgar as doze tribos de Israel.” (Cf. 12,37; 13,29; 17,7-9;  22,30; Jo 13,12-17)

 

Cl 3,2 Pensem nas coisas do alto, e não nas coisas da terra.

BP – Rom  7,1-6: Os «instintos egoístas» (literalmente «carne») são os desejos e projetos do homem fechado no seu egoísmo, fonte de todos os pecados: é a vida do homem voltado para si mesmo, colocando tudo a serviço dos próprios caprichos e interesses. Daí nascem a corrupção das relações humanas e a promoção de um sistema social que institucionaliza as relações injustas, nas quais um homem explora e oprime o outro. O regime novo do Espírito é bem o contrário: a exemplo de Jesus Cristo, o homem não vive mais para si, mas para Deus e para o bem do outro. O projeto de Deus, que é justiça e fraternidade entre os homens, torna-se o projeto de uma nova ordem social, e esta supera o sistema injusto. (Roda-pé)

 

BP Rom 7, 14-25: Usando o artifício de falar em primeira pessoa, Paulo convida cada um de nós a olhar para si mesmo e para a sociedade, a fim de descobrir o drama que se desenrola dentro da condição humana. O homem está dividido entre o egoísmo e o amor, entre servir a si mesmo e servir aos outros. Mas o egoísmo predomina e, através da presença e da ação de cada um, acaba se alastrando e pervertendo as relações sociais. A sociedade torna-se então desumana, injusta e perversa. Quem poderá nos libertar desse «corpo de morte»? (Roda-pé)

 

Galera 5,16-18: As expressões «segundo o Espírito» e «segundo os instintos egoístas» (lit.: carne) não designam duas partes do homem, e sim duas orientações diferentes de comportamento: «segundo o Espírito» é a orientação do amor, que leva o homem a servir o outro; «segundo os instintos egoístas» é a orientação do egoísmo, que leva o homem a servir a si mesmo. Roda-pé

 

O que é  a Vontade de Deus?

Rom 12, 1-2

O culto autêntico  -* 1 Irmãos, pela misericórdia de Deus, peço que vocês ofereçam os próprios corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Esse é o culto autêntico de vocês. 2 Não se amoldem às estruturas deste mundo, mas transformem-se pela renovação da mente, a fim de distinguir qual é a vontade de Deus: o que é bom, o que é agradável a ele, o que é perfeito.

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